Segunda-feira, 29 de Agosto de 2005

O regresso ....

Aiiiii é sempre tão difícil voltar…quando a vontade era de ficar.
Mas eu sou uma «princesa» de vontades e força. Amanhã vou conseguir aturar as centenas de pedidos urgentes, nas centenas de mails que devo ter na minha caixa de correio. Vou fazer o meu maior sorriso quando os «chefes» entrarem com as «urgências» todas e explicar que não estive contactável, porque (e aqui faço a minha melhor cara angelical), no meu primeiro banho do mar arrastei o meu télemovel comigo.
Vou interiorizar que não posso dizer palavrões alto quando me começarem a chatear, que não me posso stressar e.... Bom, deixemos isso para amanhã.

Este «post» é apenas para dizer que VOLTEI !!!!

Três semanas de férias fabulosas…. Mar, sol, pessoas, mosteiros, palácios, montanhas, sorrisos, calor, fresco, pôr-do-sol, brisa de verão, canções, danças, risos, nadar, extasiar, ruínas, gelados, batidos, ler….

Parece confuso e sem ordem não é?? Pois mas as férias para mim são isso, sem ordem…sem horários. Gosto de me esquecer do mundo.

E de o olhar de novo.

Gosto de recordar as coisas desordenadamente, de reter as sensações. Começo a pensar em ter um «registo escrito das minhas viagens», para que estas coisas desordenadas que sinto, perdurem para sempre…………………….
Decreto-Lei decretado por PrincesaVirtual às 19:23

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Sábado, 6 de Agosto de 2005

O ultímo stress antes de ir de férias... a DEPILAÇÃO!!!

depilacao2.jpg

No meio da confusão de malas, sapatos, cuecas, soutiens, saias, vestidos, sandálias e da minha indecisão se levo tudo ou não (que sei que não me vão deixar), por minutos resolvi desistir e escrever uma última coisa antes de partir.
Tem a ver com o que eu chamo, o meu último «stress» antes das férias. As minhas 2 horas e meia, para me tornar bela.
Ontem vinha para casa com um amigo e estava a desabafar com ele, a explicar-lhe que me apetecia ser uma mulher dos anos sessenta, daquelas que queimavam os soutiens. Bom, mas não era tanto pelos soutiens. Têm mais a ver com os pêlos. Os pêlos que elas não tiravam….
Odeio, ir à esteticista! Odeio, fazer aquela coisa da depilação! Enquanto eu falava o meu amigo guiava e olhava-me pelo cantinho do olho.
Como ele não me confortava no meu desabafo, resolvi perguntar-lhe: - mas não achas que eu tenho razão???
Começou a rir. O «rir» é como quem diz, estava mesmo a gargalhar.
Como me viu com cara de poucos amigos disse-me:
- Olha «princesa», confesso que ver uma mulher bonita a levantar um braço, e ver um tufo de pêlos a espreitar, dá-me a volta ao estômago.
Bom, fiquei danada. Estive meia hora a blá blá… a contar-lhe as minhas dores e ele sai-se com aquela. Amuei!
Hoje de manhã levantei-me cedo e fui para « câmara de torturas».
A minha esteticista quando me viu, deu-me o seu maior sorriso e disse: - vais ver que hoje é rápido. Enquanto isso, ia fechando todas as portas do salão, dos corredores e acrescentou: - assim ficamos mais á vontade, ainda não temos paredes á prova do som.
É aqui que começo a transpirar e a doce rapariga que é a minha esteticista, transforma-se no meu «açougue».
Começa a sessão. Entre massagens de mãos e pés, águas a borbulhar, pés de molho alicates na mão, tesouras, verniz, acetona… lá vou franzindo a testa e aguentando tudo heroicamente.
Depois vêm o pior. A parte em que ela diz: - já estás quase pronta, vamos lá a tirar os «pelinhos», deita-te ali na marquesa.
Não suporto aquilo. É que dói mesmo! E entre alguns gritos que deixo escapar e um mexer das pernas agitado para ver se aquela dor passa, vou ouvindo ela a dizer-me: - tens uns óptimos pêlos, esta depilação é perfeita.
Enquanto isso, olha para o seu troféu com um sorriso de orgulho na cara (o troféu são os meus pêlos que ficaram agarrados àquela tira de papel). Confesso, que desta vez só não lhe bati porque ela vai ser mamã.
Neste processo todo, há uma história que me acalma. A de um senhor que é cliente dela, um distinto advogado. Parece que o senhor é «culturista», e visitava-a sempre que precisava de tirar uns pelitos das costas.
Um dia no ginásio, um amigo disse-lhe que tirava também os pêlos do peito com cera. Assim no dia seguinte apresentou-se á minha esteticista, explicando que queria tirar os pêlos do peito com cera. Sendo o senhor, um daqueles espécimes «peludos», diz a minha esteticista que muito parecido com o famoso Tony Ramos (para quem não sabe um actor brasileiro de novelas), tentou avisá-lo que poderia doer um pouco.
A resposta foi pronta : - não se preocupe menina. Se uma mulher aguenta eu também aguento.
A minha esteticista armou-se do seu melhor sorriso, sacou do roll-on da cera (a arma da tortura) e zás pinta-lhe no peito uma listra cor-de-rosa (a cor da cera) do pescoço até ao umbigo.
Foi a única listra que pintou no peito do senhor. Só se lembra de pedir ao senhor para respirar fundo e zás puxou!!!!
O senhor ficou branco, gritou de dor…a marquesa virou, o banco voou.
E ela foi presenteada com o maior «rol» de asneiras seguidas que alguma vez ouviu, enquanto via o senhor aos pulos pela sala agarrando-se ao peito.
O distinto senhor (o corajoso) disponibilizou-se a pagar aquela «pelada» no peito e desistiu!
Tenho que confessar que com esta história me sinto vingada pelas torturas que nós mulheres somos obrigadas a suportar e por momentos enquanto imagino o senhor aos pulos, esqueço-me que ela também me está a pintar de cor-de-rosa, só me lembro quando ela diz : - respira fundo!! E eu sufoco um grito, e digo baixo (como convém a uma princesa) um «rol» de asneiras.
Se alguma mulher levantar um movimento contra a depilação CONTEM COMIGO.

E agora até ao meu regresso no final de Agosto.

@ Desculpem esta é a 2ª versão, a primeira foi aqui colocada sem revisão :)


Decreto-Lei decretado por PrincesaVirtual às 16:42

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Sexta-feira, 5 de Agosto de 2005

Para além de...muito para além

uma mulher.jpg

@ Vou de férias e queria deixar no blog, algo meu. Confesso, que nada me ocorria. Nesta minha curta incursão pela escrita descobri que a vontade está na «ponta dos meus dedos». Como já fiz de outras vezes, abri a folha de Word, e as palavras começaram a surgir, a «Estória». Pura ficção, mas infelizmente uma cópia de muitas realidades. Não faço a menor ideia porque escrevi isto, nem como surgiu. É um assunto que me toca., violência doméstica, crianças infelizes . Mas julgo que nos toca a todos.
Eu sou uma felizarda, nuca vivi estas experiências. Mas, como a maioria de nós, vivo tão perto de quem as vive. A um passo muitas vezes de apenas colocarmos um braço por cima de alguém e dizer-lhes pronto já passou, agora vamos mudar tudo, vamos dizer «Não». Mas na maioria das vezes a atitude é a da indiferença, falo por mim. Ou algo do tipo «Entre marido e mulher, ninguém mete a colher». Julgo que isto é a tal «consciência social», ou na maioria das vezes a ausência dela.
Que há histórias assim, HÁ…

Um beijo da Princesa que regressa no final de Agosto e umas excelentes férias para todos…
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Estava sentada na cadeira. O copo de água sobre a mesa estava tombado. Ela olhava para o copo. Não, na verdade para além do copo, muito para além. Tudo voltou num repente. Aquilo que ela tinha tentado esquecer durante estes anos. Bastou mais uma discussão com o João, a voz agressiva, a chapada que ele lhe tinha dado, o murro na mesa, o som do copo a tombar, a porta a bater…
Tudo voltou, só que agora ela já não olhava para cima, não se escondia debaixo da mesa, não tapava os ouvidos na esperança de não ouvir, não fechava os olhos na esperança de não ver…
Tudo voltou, o coração de menina, pequenino e apertado, a dor de barriga do medo que sentia, a almofada molhada nas longas noites em que ouvia os pais a discutir no quarto.
Ainda, conseguia ouvir os apelos da mãe a pedir que o pai parasse, a pedir que fechasse a porta do quarto, por causa da «menina».
Mas o que mais lhe custava era as olheiras da mãe no dia seguinte, o olhar triste, a voz cansada, as nódoas negras que a mãe tentava esconder e que todos fingiam não ver.
Estranho. Não se lembrava de um sorriso na mãe, como se todos dias lá em casa fossem tristes.
Um dia tinha encontrado uma caixinha de madeira no chão, limpou-a com muito cuidado, forrou o seu interior com uma prata de um chocolate, recortou estrelas de várias cores e colou na tampa. Depois embrulhou num papel e escreveu nele «para a minha querida mãe». Tinha a certeza que nesse dia receberia um sorriso. Mas a mãe olhou para ela com o mesmo olhar triste, não, na verdade olhou muito para além dela, muito para além. E colocou o embrulho na prateleira das mercearias ao lado do pacote do arroz, sem mesmo o abrir. Foi como se o mundo acabasse naquele momento para ela, como se não tivesse ninguém.
Lembrava-se que quando se sentia perdida, abria um livro de histórias, geralmente os que tinham finais felizes, com famílias felizes, com mães sorridentes. E então em outra dimensão, sentia-se feliz.
Mas agora já não tinha livros de histórias. Agora o sorriso triste não era o da mãe, era o dela. Agora a menina que a olhava do outro lado da mesa, não era ela, era a filha dela.
Olhou para a filha, não para além dela. Olhou para a filha e sorriu. O sorriso que a filha lhe retribui, fê-la tomar a decisão.
Elas deixariam de fazer parte daquela história. Seriam sim as personagens de outra história. A história de uma família feliz, com um final feliz, com uma mãe sorridente e sem prateleiras de mercearias onde se guardassem as esperanças de felicidade de uma filha.
Para trás ficaria o seu passado e o seu presente. O minuto seguinte seria o seu futuro e o da filha.
Agora só lhe restava aguardar que o João chegasse e rezar para ter forças para lhe falar da família feliz.
Voltou a olhar para o copo. Não, na verdade para além do copo, muito para além…
Decreto-Lei decretado por PrincesaVirtual às 10:26

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Quinta-feira, 4 de Agosto de 2005

Monólogo de uma mulher apaixonada...

Malmequer.jpg

@ deixo-vos com uma amiga «Simplicity», que escreve deliciosamente bem

Olá meu eterno amor,
Sim sou eu..
Eu mesma? Não sabes quem eu sou?
Não fazes ideia de quem eu seja!!
Mas estás a brincar comigo…
Como te esqueceste de mim?
O tempo foi longo, mas não apaga as memórias.
Já não tens memória! Como é possível já não ter memória!!!
Justificaste com a velhice ?
Não.. não e não!! Recuso-me a acreditar que me perdeste no tempo, que te esqueceste dos nossos momentos com o decorrer dos anos.
Não!! Não!
Não repitas que eu não quero ouvir..
Pára.
Pára.
Já te disse para parares, irra que continuas teimoso, isso não perdeste tu com o tempo.
Anda cá, senta-te aqui ao meu lado! Vá, senta-te e não pronuncies mais nada, mantém-te desperto e ouve-me.
Cala-te vá, ouve-me.
(Silêncio)
Chega cá o teu ouvido para eu te sussurrar um segredo só nosso.
Lembras-te dos sapatos que me ofereceste, há muitos anos atrás e me disseste: “Ana, minha Ana, serão esses sapatos que te indicarão o meu caminho, o nosso único caminho”, lembraste ?
Não me digas que também apagaste isso da memória ?
Não respondas, deixa-te continuar caladinho a ouvir-me.
Calcei-os quando parti de casa, há muito tempo atrás. Andei por caminhos que pareciam becos sem retorno, e no fim do beco ouvia as tuas palavras “serão esses sapatos que te indicarão o meu caminho” e nunca desisti, continuei porque acreditava.
Hoje quando finalmente te encontrei, perdi a esperança e a coragem.
Shhhhhh
Perdi sim! Olha, deve ter ficado em um de tantos becos que percorri.
Perdi quando percebi que o teu olhar já não era mais o meu olhar, e que as memórias, sim as nossas memórias, tinhas deixado que todas elas fossem levadas com o tempo.
Prometeste que nunca o farias, nem permitirias que eu o fizesse. Acreditei em ti, acreditei sempre em nós, perdi!
O segredo é que a vida passa mesmo ao nosso lado, o tempo voa tal qual como o vento, e as histórias que nos marcam podem nem sempre ter o mesmo significado para as pessoas intervenientes.
Mesmo assim fui feliz, porque acreditei.
E agora peço-te que me deixes ir com as memórias, porque é delas que eu preciso neste momento.
Decreto-Lei decretado por PrincesaVirtual às 17:37

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Terça-feira, 2 de Agosto de 2005

Era uma vez um homem como eu...

homem.jpg

@ antes de começarem a ler gostaria de deixar umas palavrinhas. A meu pedido um amigo de um «blog» escreveu algo para eu «postar». Pedi-lhe um pequeno conto, uma história de «Era uma vez…» , não poderia ter saído melhor. Plagiando uma frase que li uma vez num «blog», nada de psicanálises! O que se escreve muitas vezes é sentido, ou foi sentido ou sentiu-se na pele de alguém, o que não quer dizer que seja o PRESENTE. Este amigo encontra-se de perfeita saúde física e mental…ou seja CHATO todos os dias . Um aplauso sffv :) deixo-vos com Fdarkeyes do blog «Uma coisa de cada vez» que se encontra aqui linkado.

A seu pedido coloquei aqui a musica da Filarmónica Gil (espero que toque) :)



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(para ler, se possível, ao som de “Um homem como eu”, Filarmónica Gil, 2005)

Era uma vez um homem.
E porquê uma história sobre este homem? Por ser diferente de muitos? Talvez! Por ser igual a tantos? Pode ser. Seja como for, é uma história desse homem (que será apenas chamado de homem).

O homem tinha tudo para ser um homem feliz! E, contudo, não o era. Faltava-lhe coragem para isso:

- Sim, que para se ser feliz é preciso ter coragem – dizia o homem, a si mesmo, vezes sem conta. Claro. Ter coragem para se desfazer de muitas coisas conseguidas com esforço. Ter coragem para deixar para trás outras coisas, essas conseguidas com amor. E, imagine-se, ter coragem para esquecer ainda outras coisas, essas nem sequer conseguidas, apenas encontradas nas esquinas da sorte. Sim, a teoria o homem conhecia-a toda!

O certo é que esse homem não tinha essa coragem. Esforçava-se. Às vezes, muito de vez em quando, lá deitava fora uma coisita ou outra mas, quando chegava o momento de ter que se desfazer de algo realmente significativo... recuava. E, para não perder o respeito por si próprio, apressava-se a encontrar a melhor justificação: não, esta não me atrapalha a felicidade!

E assim, neste jogo do toca-e-foge, o homem foi gastando os seus dias. E um dia, veio a vida! E a vida foi-se encarregando de lhe retirar, uma por uma, cada uma daquelas coisas de que ele não teve a coragem de se desfazer por mote próprio.

E um dia, o homem, que como qualquer homem não era dado a grandes reflexões, deu por si sem nenhuma dessas coisas...e sem nunca ter conseguido ser feliz.

Mas teria sido preciso recuar uma vida inteira para conseguir entender este homem que, de tão diferente, era igual a quase todos. Só que isso é muito tempo!
Decreto-Lei decretado por PrincesaVirtual às 11:41

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Segunda-feira, 1 de Agosto de 2005

Amor e sexo...

@ Esta é uma forma divertida de definir esta coisa de amor e sexo (de Rita Lee) :)




Amor é um livro,
Sexo é esporte
Sexo é escolha,
Amor é sorte
Amor é pensamento, teorema
Amor é novela,
Sexo é cinema
Sexo é imaginação, fantasia
Amor é prosa,
Sexo é poesia
O amor nos torna patéticos
Sexo é uma selva de epiléticos
Amor é cristão,
Sexo é pagão
Amor é latifúndio,
Sexo é invasão
Amor é divino,
Sexo é animal
Amor é bossa nova,
Sexo é carnaval
Amor é para sempre, Sexo também
Sexo é do bom...
Amor é do bem...
Amor sem sexo, É amizade
Sexo sem amor, É vontade
Amor é um,
Sexo é dois
Sexo antes,
Amor depois
Sexo vem dos outros,
E vai embora
Amor vem de nós,
E demora
Amor é isso,
Sexo é aquilo
E coisa e tal...
E tal e coisa...
Decreto-Lei decretado por PrincesaVirtual às 15:53

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